sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Acordei chateado

Acordar? Ou não acordar?
Todo mundo tem...
Um dia, uma hora, ou apenas um momento...
É muito difícil, ou pode ser fácil,
Pode chatear ou fazer você chorar.
Pode machucar ou simplesmente fazer você pensar.
Pode ser quando você acorda ou quando vai se deitar .
Você não escolhe o dia, mas tem vontade de viajar,
Sem uma direção,um lugar para chegar
E quando você pensa que está bem,
Precisa de alguém!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ap 3:3 Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei.

viver a totalidade

beautiful

Quando eu olho as estrelas
Vejo quão longe elas estão
E como Você as segura com Suas mãos
E mesmo assim Você conhece este homem
Você conhece todo meu interior
Até melhor do que eu, que eu me conheço
Isso que é um Deus lindo
Isso que é um Deus lindo
E o que sou eu para ser chamado de Seu filho
O que sou eu? o que sou eu?
Você me conhece, meu Rei
O que sou eu? o que sou eu? o que sou eu?
Quando eu olho a distância
Assisto o sol se pôr
Cores bonitas ao meu redor, óh
Pintando o céu por toda parte
As mesmas mãos que criaram tudo isto
Eles criaram você e eu
Isso que é um Deus lindo
Isso que é um Deus lindo
E o que sou eu para ser chamado de Seu filho?
O que sou eu? o que sou eu?
Você me conhece, meu Rei
O que sou eu? o que sou eu?
Você morreu, pra que eu pudesse viver
O que sou eu? o que sou eu? o que sou eu?
o que sou eu?
o que sou eu?
o que sou eu?
o que sou eu?
o que sou eu?

liberdade

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Kevin Carter

Sudão, Março de 1993. Uma criança sem identidade do sexo masculino arrasta-se em direcção a um campo de alimentação montado pelas Nações Unidas.
Sudão, março de 1993 uma criança sem identidade do sexo feminino arrasta-se em direção a um campo de alimentação montado pelas naçoes unidas

Sudão, março de 1993 uma criança sem identidade do sexo feminino arrasta-se em direção a um campo de alimentação montado pelas nações unidas
Kelvin Carter O fotógrafo sul-africano  também está à espera. O que seria apenas mais uma entre as muitas dezenas de fotos que já tirara naquele dia, transforma-se numa imagem memorável quando o animal surge e ocupa o mesmo enquadramento.
14 meses depois, a 23 de Maio de 1994, Kevin Carter recebe o Prémio Pulitzer por causa desta foto – às aclamações iniciais, porém, sucedem-se as críticas. Alguns jornalistas questionam a autenticidade da foto, sugerindo que esta fora «encenada». Outros colocam em causa a ética do fotógrafo: «Um homem ajustando as lentes até conseguir o quadro perfeito do sofrimento da criança bem pode ser visto como um predador, outro abutre em cena», escreve o St.Petersburg Florida Times.
A 27 de Julho desse ano, dois meses depois de ganhar o Pulitzer e ser transformado numa das «sensações do momento» em Nova Iorque, Kevin Carter estaciona a sua Nissan «pickup» vermelha à beira do rio Braamfonteinspruit, um pequeno curso de água nos arredores de Johannesburg onde costumava brincar em criança. Liga uma mangueira de jardim ao tubo de escape, fecha-se no carro, escreve um bilhete, coloca os «phones» nos ouvidos, liga o motor e morre por inalação de monóxido de carbono.
A morte em serviço do seu melhor amigo, Ken Oosterbrock, arrasou-o por completo. Oosterbrock, grande fotógrafo, vencedor como ele de um Pulitzer, era o seu oposto: «Ken era aquele tipo bem casado e com a vida organizada, mas Carter era caótico, sempre a trocar de mulher e, pelo meio, pai de uma criança que não planeara», de acordo com um dos seus colegas dos tempos do «Bang Bang Club».
O bilhete que escreveu antes de morrer: «Estou deprimido, sem telefone, sem dinheiro para pagar a renda, sem dinheiro para ajudar ao sustento da minha criança, sem dinheiro para pagar as dívidas, sem dinheiro! Sou assombrado pelas vívidas memórias de mortes e cadávares e raiva e dor, de crianças feridas e esfomeadas, de loucos que assassinam alegremente, alguns deles polícias (…). A dor de viver ultrapassa a alegria ao ponto em que esta deixa de existir.»
E depois, recordando o amigo falecido: «Vou partir para me juntar ao Ken – se eu tiver essa sorte.»
A filha de Carter, Megan, tem uma visão muito diferente da fotografia premiada: «Eu vejo a criança em sofrimento como o meu pai. E o resto do mundo é o abutre.»
Carter, assim como ken e a Criança são vitimas do grande abutre chamado mundo sem Deus !!